
Por vezes pensamos ter algo tão certo a ponto de julgar irrelevante um simples olhar, um mínimo de atenção ou cuidado, ou sequer julgar qualquer coisa.
Assim, é comum o susto ao percebermos o que estava à nossa frente desde quando ainda não queríamos ver. Ou a surpresa de quando notamos que algo já se foi e nem nos demos conta.
É comum nos apavorarmos e enfurecermos com o previsível incidente imprevisto.
Mas se nos damos conta, depois, de que “foi melhor assim”, julgamos-nos precipitados e, por vezes, nos arrependemos pelas reações impensadas, pelos “impulsos nervosos”.
E se, ao sermos surpreendidos pelo “acaso” já pudéssemos vislumbrar o futuro, ou pelo menos saber que, amanhã, terão valido à pena as dores, as cores, os sustos, os gostos, os amores, os desejos e os feitos... Talvez vivêssemos mais felizes e tranqüilos com o presente...
Mas, quem sabe não seja melhor mesmo o prazer do desejo realizado aqui e agora? Comer a batata e o biscoito sem trocar ou dividir com alguém, ou sem pensar que podem faltar ambos amanhã. Dançar nos pés do acaso e seguir sem pensar no porvir... É uma questão de escolha, e a vida é repleta delas, sempre...
Escolhas essas que, conscientes ou não, desejadas ou temidas, fáceis ou difíceis, feitas por nós ou por outrem, indicarão por onde devemos seguir o passo, e pisar com segurança dessa vez, até o próximo desvio...
Pois o caminho só existe mesmo sob nossos pés, e não adiante.
Quanto ao destino... Esse seria o ponto de chegada, como em uma viagem. E eu não creio que ele exista. Ele: o FIM.
Assim, é comum o susto ao percebermos o que estava à nossa frente desde quando ainda não queríamos ver. Ou a surpresa de quando notamos que algo já se foi e nem nos demos conta.
É comum nos apavorarmos e enfurecermos com o previsível incidente imprevisto.
Mas se nos damos conta, depois, de que “foi melhor assim”, julgamos-nos precipitados e, por vezes, nos arrependemos pelas reações impensadas, pelos “impulsos nervosos”.
E se, ao sermos surpreendidos pelo “acaso” já pudéssemos vislumbrar o futuro, ou pelo menos saber que, amanhã, terão valido à pena as dores, as cores, os sustos, os gostos, os amores, os desejos e os feitos... Talvez vivêssemos mais felizes e tranqüilos com o presente...
Mas, quem sabe não seja melhor mesmo o prazer do desejo realizado aqui e agora? Comer a batata e o biscoito sem trocar ou dividir com alguém, ou sem pensar que podem faltar ambos amanhã. Dançar nos pés do acaso e seguir sem pensar no porvir... É uma questão de escolha, e a vida é repleta delas, sempre...
Escolhas essas que, conscientes ou não, desejadas ou temidas, fáceis ou difíceis, feitas por nós ou por outrem, indicarão por onde devemos seguir o passo, e pisar com segurança dessa vez, até o próximo desvio...
Pois o caminho só existe mesmo sob nossos pés, e não adiante.
Quanto ao destino... Esse seria o ponto de chegada, como em uma viagem. E eu não creio que ele exista. Ele: o FIM.